No Brasil (continuação)
Capacidade bem sólida

Além dessas redes nacionais, há diversos grupos autônomos de pesquisa atuando nessas áreas, bem como projetos específicos (financiados pelas agências estaduais de fomento científico) e os de grande escala, como o Instituto do Milênio de Nanotecnologia. Aprovado em janeiro de 2002 e reunindo cerca 100 pesquisadores de 30 instituições, esse instituto virtual tem como ênfase os chamados materiais nanoestruturados (ou seja, formados por camadas nanométricas de átomos ou moléculas). Há também projetos individuais e redes menores no âmbito de colaborações nacionais e internacionais. Em resumo: há uma capacidade científica bem sólida instalada no Brasil nessas duas áreas.

Produção nacional

Produtos que empregam matérias-primas nanoscópicas já estão surgindo no Brasil. Dois exemplos: um dosímetro pessoal para a radiação ultravioleta solar, fabricado pela empresa Ponto Quântico, em Recife (PE), e a 'língua eletrônica' desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e capaz de detectar sabores (doce, salgado, amargo e azedo).

EMBRAPA
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Agropecuária
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